Abaixo as armas
E me curvo aos traidores
Sem roupas, escudos ou bandeiras
Que lutam as batalhas sem jamais teme-las
Por saber que não importa o que aconteça
Jamais irão morrer
Me calo a boca
E esqueço os livros
Dos poetas ou dos anarquistas
Pois sobre a batalha a ser vencida
Haverei eu de escrever
E tomo a dama
E inicio a valsa
Pois sei que o mundo é pouco
Pouco demais pra se perder
E queimo Roma
Para cantar-lhe glórias
Sejam nas crateras de lua
Ou nas ruas de Tróia
Pois sei que nada mais é resposta
E cães vadios como nós
Haverão de se perder
[Eu Serei a Hiena - Chotto Machigatte Iru]
terça-feira, 4 de março de 2008
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